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PARÁ PODE SE TORNAR MAIOR PRODUTOR DE PESCADO DO BRASIL EM QUATRO ANOS, DIZ MINISTRO

PARÁ PODE SE TORNAR MAIOR PRODUTOR DE PESCADO DO BRASIL EM QUATRO ANOS, DIZ MINISTRO

24/08/2026 10:49

O Pará pode se tornar o maior produtor de pescado do Brasil nos próximos quatro anos, segundo avaliação do ministro da Pesca e Aquicultura. A projeção considera o potencial do estado para ampliar a produção e fortalecer a atividade pesqueira e aquícola.

O estado possui condições favoráveis para o desenvolvimento do setor, com grande disponibilidade de recursos hídricos e uma forte tradição na atividade pesqueira. A expectativa é que investimentos e novas ações contribuam para aumentar a produção ao longo dos próximos anos.

De acordo com o ministro, o avanço da produção pode colocar o Pará em uma posição de destaque no cenário nacional, ampliando a participação do estado no mercado de pescado.

Além da pesca, a aquicultura é apontada como uma área com potencial para crescimento. A expansão da criação de peixes pode contribuir para aumentar a oferta de pescado e atender tanto ao mercado interno quanto a novas oportunidades comerciais.

O fortalecimento do setor também pode gerar impactos positivos na economia paraense, especialmente para pescadores, produtores, trabalhadores e empresas ligadas à cadeia produtiva.

Para alcançar esse objetivo, são necessários investimentos em infraestrutura, assistência técnica, qualificação profissional, crédito e políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável da atividade.

A ampliação da produção também precisa estar acompanhada de medidas que garantam a preservação dos recursos naturais e o uso responsável dos rios e demais ambientes utilizados pela atividade pesqueira.

A expectativa do governo é que o Pará consiga aproveitar seu potencial e ampliar gradualmente a produção, fortalecendo a cadeia do pescado e gerando mais emprego e renda para a população.

Caso a projeção se confirme, o estado poderá alcançar uma posição inédita no setor e se tornar referência nacional na produção de pescado dentro dos próximos quatro anos.

 

FONTE: Jornal Folha do Progresso.