A combinação de seca, altas temperaturas e perdas em lavouras já preocupa comunidades do oeste do Pará antes mesmo da intensificação dos efeitos do El Niño. A situação aumenta a apreensão entre produtores rurais e moradores, que enfrentam dificuldades relacionadas à falta de chuva e às condições climáticas adversas.
O período de estiagem tem provocado impactos em diferentes atividades, principalmente na agricultura. A redução das chuvas prejudica o desenvolvimento das plantações e pode comprometer a produção de agricultores que dependem diretamente das condições climáticas.
Além das perdas nas lavouras, o calor intenso e a baixa umidade também aumentam a preocupação com a disponibilidade de água. Comunidades rurais e famílias que dependem de rios, igarapés e outras fontes naturais podem enfrentar dificuldades com a redução do nível dos cursos d’água.
Outro ponto de atenção é o aumento do risco de queimadas. Com a vegetação mais seca, o fogo pode se espalhar rapidamente, elevando os riscos ambientais e dificultando o controle de incêndios em áreas rurais e próximas às florestas.
A chegada do El Niño aumenta a preocupação porque o fenômeno pode alterar o regime de chuvas na Amazônia e contribuir para períodos de estiagem mais intensos em determinadas áreas. Por isso, produtores e comunidades acompanham as previsões meteorológicas em busca de informações para se preparar para os próximos meses.
As condições climáticas também podem afetar a economia regional, principalmente os setores que dependem da agricultura e dos recursos naturais. Diante do cenário, a orientação é reforçar os cuidados com o uso da água e evitar queimadas.
Fonte: Folha do Progresso.